Livros: A guerra do hardware
Na óptica deste artigo a emergência do Kindle e do seu (até ver...) arqui-rival da Apple, o iPad, marca uma viragem histórica na actividade editorial e no acesso aos livros. Da mesma forma que o mp3 revolucionou a indústria e o consumo da música.
O autor refere-se naturalmente, sendo a revista americana, à realidade do seu país e de outros países do primeiríssimo mundo, mas como sempre, a tendência de universalização dos dispositivos e dos novos média que lhes vêm associados, é imparável.
Assim a Apple ou a Amazon comecem a olhar para Portugal como um mercado interessante (que não é) e assim as Sony's deste mundo comecem a oferecer alternativas mais baratas e assim as editoras e livreiros nacionais comecem a apostar a sério nos novos formatos e assim os portugueses percam o medo de comprar na web. E etc. Enfim, mais tarde ou mais cedo.
A ler: E-Donnybrook - Magazine - The Atlantic
O autor refere-se naturalmente, sendo a revista americana, à realidade do seu país e de outros países do primeiríssimo mundo, mas como sempre, a tendência de universalização dos dispositivos e dos novos média que lhes vêm associados, é imparável.
Assim a Apple ou a Amazon comecem a olhar para Portugal como um mercado interessante (que não é) e assim as Sony's deste mundo comecem a oferecer alternativas mais baratas e assim as editoras e livreiros nacionais comecem a apostar a sério nos novos formatos e assim os portugueses percam o medo de comprar na web. E etc. Enfim, mais tarde ou mais cedo.
A ler: E-Donnybrook - Magazine - The Atlantic
A edição precisará sempre de mediadores
Por sugestão dos excelentíssimos alfaiates, um excelente artigo acerca da importância da figura do editor na era digital. Imprescindível, como sempre desde que há livros: Publishing will always need its gatekeepers | Books | guardian.co.uk
Pois certamente que sim...
Excelente, este artigo de hoje de Paulo Querido. Da cegueira irracional da lacrimosa indústria dos média face ao mundo que a contempla como um palácio a olhar para um burro e ao futuro que se segue: Racionalidade, amén | Paulo Querido, em Certamente!
Em que é que a internet nos está a transformar?
"A Internet está a fazer-nos mais inteligentes. Este é um dos resultados do mais recente inquérito do Pew Research Center. Pelo quarto ano consecutivo, a Pew Internet & American Life Project e a Elon University's Imagining the Internet Center levam a cabo o estudo «Future of the Internet», no qual pretendem lançar luzes de como a tecnologia irá afectar o ser humano nos próximos dez anos": Inquérito revela prós e contras da Internet
O triunfo dos ebooks e a irrelevância do papel?
Uma perspectiva negra para o papel. O autor faz um contraditório pertinente à opinião generalizada de que o digital não substituirá o papel. Para Sampo Timonen, o ebook e as plataformas de leitura eletrónica são o canto do cisne do papel. E traça para o efeito a devida analogia com a indústria fonográfica e a presente irrelevância coleccionista dos discos em vinil.
A pertinência advém em grande medida, quanto a mim, da tendência digital avassaladora que se verifica nos Estados Unidos, que são o tubo de ensaio e a rampa de lançamento para quase todas as tendências culturais e tecnológicas relevantes no mundo desde há muito tempo. Nos Estados Unidos é para aí que parece caminhar o mercado e se tudo correr como normal, o resto do mundo acompanhará. A vários ritmos, naturalmente.
As dinâmicas que o autor refere são reais, sem dúvida e o consumo de média em papel terá certamente tendência a descer (como já verifica nos jornais, por exemplo). Salvaguarda que o papel não acabará, mas será, tão só, reduzido à mesma insignificância dos vinis. Mas peca, quanto a mim, por subestimar o papel do papel num mundo mais digital. Ou, por outras palavras, esquece-se que a indústria da celulose também não anda a dormir...: E-Books: the next killer application?
A pertinência advém em grande medida, quanto a mim, da tendência digital avassaladora que se verifica nos Estados Unidos, que são o tubo de ensaio e a rampa de lançamento para quase todas as tendências culturais e tecnológicas relevantes no mundo desde há muito tempo. Nos Estados Unidos é para aí que parece caminhar o mercado e se tudo correr como normal, o resto do mundo acompanhará. A vários ritmos, naturalmente.
As dinâmicas que o autor refere são reais, sem dúvida e o consumo de média em papel terá certamente tendência a descer (como já verifica nos jornais, por exemplo). Salvaguarda que o papel não acabará, mas será, tão só, reduzido à mesma insignificância dos vinis. Mas peca, quanto a mim, por subestimar o papel do papel num mundo mais digital. Ou, por outras palavras, esquece-se que a indústria da celulose também não anda a dormir...: E-Books: the next killer application?
Photosynth: imagens em 3D
Outro serviço web que saiu recentemente dos Live Labs da Microsoft e que permite fazer coisas fantásticas com fotos digitais: Photosynth: Your photos, automatically in 3D.
Seadragon: fotos à lupa
E eis uma das "brincadeiras" em que andam entretidos os criativos da Microsoft. Ideal para fazer zoom a qualquer imagem que se encontre na web: Seadragon.com
Super-chip de cristal
O futuro da informática passa pelos cristais?: cristais mistério com memória de elefante
A Sony contra-ataca
A Apple não foi pioneira nesta tecnologia dos tablets mas, como é habitual, foi pioneira no espalhafato. Já vêm a caminho, no entanto e como previsível, novas e melhores alternativas. Sobretudo tendo em conta a proverbial cultura tribal da empresa da maçã colorida, avessa a aplicações terceiras e freewares. As propostas da Sony serão sem dúvida mais atraentes para o grande público. Esperemos que também a nível do preço.
Penso que o mercado português irá responder mais lentamente, mas o boom recente de vendas de laptops e de dispositivos portáteis é um bom prenúncio da deslocação gradual da informação e do conhecimento para o digital. No que toca aos livros, só falta uma dinâmica e uma estrutura de produção de conteúdos à altura desta tendência e um ambiente mais favorável de negócio - Seja a nível de empresas ou grupos editoriais, seja a nível de autores e editores independentes; Seja a nível de conteúdos digitais ou "on demand". Mas o futuro dos livros e dos média passa sobretudo por aqui: Sony apostada em rivalizar com Apple
Penso que o mercado português irá responder mais lentamente, mas o boom recente de vendas de laptops e de dispositivos portáteis é um bom prenúncio da deslocação gradual da informação e do conhecimento para o digital. No que toca aos livros, só falta uma dinâmica e uma estrutura de produção de conteúdos à altura desta tendência e um ambiente mais favorável de negócio - Seja a nível de empresas ou grupos editoriais, seja a nível de autores e editores independentes; Seja a nível de conteúdos digitais ou "on demand". Mas o futuro dos livros e dos média passa sobretudo por aqui: Sony apostada em rivalizar com Apple
Os direitos do consumidor na era digital
Interessante, este último flash-report do Observatório da Comunicação. Entre outras coisas, confirma intuições acerca da credibilidade da comunicação social e ao muito caminho que os novos-média têm de fazer em Portugal para ganhar a confiança dos públicos. A rádio ainda é o meio mais credível: OberCom - Protecção do Consumidor na Era 2.0
Porto Editora aposta nos conteúdos digitais para suportes móveis
«Segundo o responsável, estão disponíveis "resumos de estudo de obras em língua portuguesa de autores consagrados que são abordados no ensino secundário", com vista a "apoiar o estudo dos alunos que, quando estão a preparar-se para os exames, podem agora aceder a conteúdos via telemóvel", seja para leitura ou audição.
Às obras «Felizmente Há Luar», de Luís de Sttau Monteiro, e «O Memorial do Convento», de José Saramago, juntar-se-ão, em breve, «Os Maias», de Eça de Queirós, «Frei Luís de Sousa», de Almeida Garrett, «Mensagem», de Fernando Pessoa, ou «Os Lusíadas», de Luís de Camões»: «Adaptar conteúdos aos dias de hoje sem substituir os antigos»
Às obras «Felizmente Há Luar», de Luís de Sttau Monteiro, e «O Memorial do Convento», de José Saramago, juntar-se-ão, em breve, «Os Maias», de Eça de Queirós, «Frei Luís de Sousa», de Almeida Garrett, «Mensagem», de Fernando Pessoa, ou «Os Lusíadas», de Luís de Camões»: «Adaptar conteúdos aos dias de hoje sem substituir os antigos»
A ciber-guerra e a instrumentalização do medo
Uma outra perspectiva acerca do perigo cibernético. De como também há gente interessada em manter o medo e de como alimentar a psicose colectiva do terrorismo e da guerra na rede também é um negócio da china - tal como é, em certa medida, a psicose (ainda que talvez mais justificada) dos vírus informáticos, que alimenta uma indústria anti-viral bilionária. Trata também de resquícios, poderosos, da administração Bush. Não iria tão longe ao ponto de desvalorizar o perigo, que é real, mas não há dúvida que a sua sobre-valorização interessa a alguém: Cyberwar Hype Intended to Destroy the Open Internet | Threat Level | Wired.com
Fotos com efeitos. Uma ferramenta online
E eis uma forma simples de transformar as suas fotografias em arte digital. Quer dizer, não será necessariamente arte, mas pelo menos é uma ferramenta divertida e acessível a qualquer um, mesmo que não domine a arte da edição digital fotográfica. Sobretudo para quem gosta de mostrar imagens de perfil originais. Tem o senão de deixar nas imagens o nome do site, mas também não é nada que não se resolva com qualquer programa básico de edição de imagem, cortando as letras: BeFunky.com - Photo effects with one click, Turn your photos into artwork.
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A crise moral
«(…) Apesar desse seu diagnóstico todos os dias ouvimos dizer que a nossa sociedade é, cada vez mais, uma sociedade sem valores, como é que ...
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The Future of the Internet - Smashing Magazine
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