As Cores


I am a member of the council of the naval mutiny
And no traitor to my conscience having done my sworn duty
These are my last words before the scaffold
and I charge you all to hear
How a wretched British sailor became a citizen mutineer
Pressed into service to carry powder I was
loyal to the crack of the whip
If I starved on the streets of Bristol, I
starved worse on a British ship
Red is the colour of the new republic
Blue is the colour of the sea
White is the colour of my innocence
Not surrender to your mercy
I was woken from my misery by the words of Thomas Paine
On my barren soil they fell like the sweetest drops of rain
Red is the colour of the new republic
Blue is the colour of the sea
White is the colour of my innocence

Not surrender to your mercy
So in the spring of the year we took the fleet
Every cask and cannon and compass sheet
And we flew a Jacobin flag to give us heart
While Pitt stood helpless we were waiting for Bonaparte
Red is the colour of the new republic
Blue is the colour of the sea
White is the colour of my innocence
Not surrender to your mercy
All you soldiers, all you sailors, all you labourers of the land
All you beggars, all you builders, all
you come here to watch me hang
To the masters we are the rabble, we are the 'swinish multitude'
But we can re-arrange the colours of the
red and the white and the blue
Red is the colour of the new republic
Blue is the colour of the sea
White is the colour of my innocence
Not surrender to your mercy
Red is the colour of the new republic
Blue is the colour of the sea
White is the colour of my innocence
Not surrender to your mercy

The Men They Couldn't Hang

A morte de um bardo

E um olhar muito interessante sobre o neo-paganismo, uma espécie de mistura de nostalgia da Idade Média (ou, pelo menos, de uma certa Idade Média...) e da antiguidade pré-cristã europeia com panteismo, e uma expressão religiosa multifacetada, como todas as expressões religiosas, de resto, que reúne cada vez mais adeptos - não há nenhum recenseamento rigoroso, como é evidente, mas algumas fontes apontam para mais de três milhões de adeptos no mundo e a crescer, sobretudo congregados na sub-cultura Wiccan.

Mas vale a pena é ler o texto: Hrafspa ; Killing the Buddha

a foto vem daqui

A espiritualidade do silêncio

Uma excelente reportagem BBC sobre a ausência de ruído e as virtudes de uma existência contemplativa. É um trabalho centrado apenas na dimensão mística do silêncio, mas vale muito a pena: BBC iPlayer - Heart And Soul: The Spirituality of Silence

Portugal. Uma senhora entrevista

«As novas gerações têm um problema que está para além do interesse pela História. Há essa procura que esbarra com a História que é ensinada nas escolas, que não tem que ver com nada. É a História como era há 30 anos, uma História estrutural em que não há pessoas, não há sociedade, é abstracta. Ninguém interessa. Há aquela abstracção mais ou menos marxista. Tem uma característica muito particular: a História antes era ensinada como uma narrativa e agora é ensinada com uma série de fichas, de apontamentos. Os próprios livros já não têm narrativa, são apontamentos. Aquilo é tudo fichas, nada daquilo é interessante, as minhas filhas detestam História, odeiam a História que é ensinada, é das disciplinas mais odiadas, é mais odiada hoje que o latim há mais de 30 ou 40 anos. Temos aquele paradoxo de que nas escolas toda a gente odeia a História, fora da escola toda a gente se interessa pela história. Alguma coisa está errada com a História que se ensina na escola.»

«Temos de distinguir entre graus de responsabilidade. Por um lado, a de todos os que estiveram em posições de direcção e responsabilidade na sociedade portuguesa e no Estado nas últimas décadas. Por outro lado, o partido que domina o governo há 15 anos é o PS, que tentou convencer os portugueses que a despesa pública era a maneira de criar riqueza a Portugal. A economia parou e estagnou. Finalmente, todos os que estiveram no poder nos últimos anos e continuaram a linha do PS. Há ainda a responsabilidade colectiva, porque estas pessoas foram eleitas por nós. O maior problema de Portugal é o endividamento do Estado, mas também é o dos particulares, que também foi fomentado. Mas esse endividamento privado corresponde também a decisões individuais e as pessoas devem assumir as suas próprias responsabilidade.»


Rui Ramos: Se Sócrates ficar na história terá de ser pelas más razões

A crise moral

«(…) Apesar desse seu diagnóstico todos os dias ouvimos dizer que a nossa sociedade é, cada vez mais, uma sociedade sem valores, como é que ...