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Jogos de Guerra. A ficção é realidade.
Muito, mas muito, interessante, este artigo sobre a importância cultural e económica crescente dos jogos de guerra - traduzida na expressão "militainment", ou entretenimento de inspiração bélica - e de como a realidade militar é, ela própria, cada vez mais digital. Basicamente, é de como os dois mundos se cruzam cada vez mais: Meet the Sims … and Shoot Them: The Rise of Militainment - By P.W. Singer | Foreign Policy
O Kindle já "fala" português
Eis uma excelente notícia para autores e editores independentes na língua de Camões. A empresa-mãe do Kindle está em processo de abertura a outros idiomas, além do inglês - incluindo o português, o espanhol e o italiano, permitindo a venda de livros digitais nestas línguas na mega-loja da Amazon. Tudo se passa no sistema Digital Text Platform: Livros em português no Kindle
A propósito de livros digitais...
Este bitaite a um artigo no Expresso Online, que achei assaz pertinente e certeiro, apesar de não partilhar (ainda?...) da mesma aversão ao papel. Assina o leitor Xico Taxista:
«O que é importante num livro é o seu conteúdo e não a cor da capa, o cheiro do papel (bafio, talvez) ou as traças que devoram os livros (nas bibliotecas, e nalgumas casas particulares também).
Ao contrário do que acontece com o papel, um e-book não se degrada com o tempo!
Acho completamente anacrónica a ideia que folhear um livro dá prazer. Dá prazer é lê-lo, e nisso, um e-book até é mais eficaz que um livro no seu aspecto "paleolítico" (papel).
Em formato e-book, podemos procurar uma palavra ou expressão que já não nos lembramos em que página se encontra.
Podemos contar quantas vezes uma palavra ou expressão aparece ao longo do texto, etc.
Alguém consegue levar a biblioteca inteira para a praia?
Em formato de papel, duvido. Em formato digital, é do mais trivial que existe.
Uma das pens mais pequenas que conheço, é a da EagleTech de 8GB, que tem as seguintes dimensões: 19 x 15 x 6 milímetros ! (não é lapso! As dimensões são mesmo em milímetros!)
Nesta pen, eu consigo guardar 302 (trezentos e dois) exemplares dos Lusíadas na edição original de 1572 (em formato JPG convertido para PDF) ou 2675 exemplares do mesmo livro se for em formato TXT !!!!
Agora, desafio os "papelófilos" a levarem para a praia 2675 exemplares dos Lusíadas :-)
E já nem falo nas árvores que se poupam !!!». Google lança livraria digital no primeiro semestre de 2010 - Expresso.pt
«O que é importante num livro é o seu conteúdo e não a cor da capa, o cheiro do papel (bafio, talvez) ou as traças que devoram os livros (nas bibliotecas, e nalgumas casas particulares também).
Ao contrário do que acontece com o papel, um e-book não se degrada com o tempo!
Acho completamente anacrónica a ideia que folhear um livro dá prazer. Dá prazer é lê-lo, e nisso, um e-book até é mais eficaz que um livro no seu aspecto "paleolítico" (papel).
Em formato e-book, podemos procurar uma palavra ou expressão que já não nos lembramos em que página se encontra.
Podemos contar quantas vezes uma palavra ou expressão aparece ao longo do texto, etc.
Alguém consegue levar a biblioteca inteira para a praia?
Em formato de papel, duvido. Em formato digital, é do mais trivial que existe.
Uma das pens mais pequenas que conheço, é a da EagleTech de 8GB, que tem as seguintes dimensões: 19 x 15 x 6 milímetros ! (não é lapso! As dimensões são mesmo em milímetros!)
Nesta pen, eu consigo guardar 302 (trezentos e dois) exemplares dos Lusíadas na edição original de 1572 (em formato JPG convertido para PDF) ou 2675 exemplares do mesmo livro se for em formato TXT !!!!
Agora, desafio os "papelófilos" a levarem para a praia 2675 exemplares dos Lusíadas :-)
E já nem falo nas árvores que se poupam !!!». Google lança livraria digital no primeiro semestre de 2010 - Expresso.pt
Livros digitais: E os direitos dos leitores?
Num atraso que se explica pelos níveis de vida e de educação mais baixos, e não obstante um elevado ritmo de penetração da banda larga no nosso país, a realidade da edição digital, principalmente de livros, ainda é bastante incipiente entre nós.
Por um lado em termos da fraca disseminação da tecnologia de leitura, que ainda é relativamente cara; por outro porque não há oferta, a não ser umas tentativas pífias das grandes editoras (que andam há anos expectantes a ver para que plataforma é que caiem as modas) e um ou outro criativo mais atento às tendências.
O facto é que a produção independente de obras digitais em Portugal está a anos de luz da intensa actividade de criadores independentes, por exemplo, nos Estados Unidos. Onde têm, por outro lado, um mercado à altura, de milhões de leitores ávidos de alternativas e tecnologicamente artilhados até aos dentes com ipods, ipads, sony readers, kindles, notebooks e outros suportes, cada vez mais acessíveis e diversos.
Seja como for, o futuro está aí. E convém estarmos também a par dos nossos direitos enquanto leitores, quando lidarmos com o futuro, que acarreta outros desafios, diferentes do simples manuseamento de um objecto em papel: Digital Books and Your Rights: A Checklist for Readers
Por um lado em termos da fraca disseminação da tecnologia de leitura, que ainda é relativamente cara; por outro porque não há oferta, a não ser umas tentativas pífias das grandes editoras (que andam há anos expectantes a ver para que plataforma é que caiem as modas) e um ou outro criativo mais atento às tendências.
O facto é que a produção independente de obras digitais em Portugal está a anos de luz da intensa actividade de criadores independentes, por exemplo, nos Estados Unidos. Onde têm, por outro lado, um mercado à altura, de milhões de leitores ávidos de alternativas e tecnologicamente artilhados até aos dentes com ipods, ipads, sony readers, kindles, notebooks e outros suportes, cada vez mais acessíveis e diversos.
Seja como for, o futuro está aí. E convém estarmos também a par dos nossos direitos enquanto leitores, quando lidarmos com o futuro, que acarreta outros desafios, diferentes do simples manuseamento de um objecto em papel: Digital Books and Your Rights: A Checklist for Readers
A Adobe na vanguarda da edição digital
Os novos caminhos dos média passam sem dúvida por aqui. A Adobe (casa mãe da tecnologia flash, dos pdf's, do photoshop, do indesign, etc.) uniu-se ao gigante editorial Condé Nast para criar o futuro das revistas digitais. Um novo conceito de publicação baseado na Wired. A apresentação do projecto, compatível com terminais como o iPad (que não suporta o Flash Player), decorreu na semana passada na Califórnia, nas TED Talks de 2010: Adobe Digital Publishing
Susana Paiva
A Susana Paiva é uma querida amiga de longa data. É também a melhor fotógrafa que conheço pessoalmente. E dos que não conheço pessoalmente está certamente entre os melhores. A Susana Paiva, que é um enorme talento, com mundo, inteligência, sensibilidade e um agudo sentido do seu/nosso tempo global e da rede, dispensa mais palavras. A Susana está aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Visitem-na. É uma existência digital arrebatadora.
Conhecimento para todos
Brewster Kahle é o senhor que criou e desenvolve um dos mais importantes sites da internet. Um sítio incontornável. Mais cedo ou mais tarde: The Internet Archive.
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A crise moral
«(…) Apesar desse seu diagnóstico todos os dias ouvimos dizer que a nossa sociedade é, cada vez mais, uma sociedade sem valores, como é que ...